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Copa RSM de Futevôlei - Incentivo ao Esporte

Aconteceu nos dias 11 e 12 de fevereiro (sábado e domingo) a Copa RSM de Futevôlei na Cidade Ocian, em Praia Grande.
Com as categorias amador (11/02) e iniciante (12/02) na praia da cidade cidade Ocian.

 

O evento foi organizado por Roberto dos Santos Mendes Júnior, 33 anos, mais conhecido como Betinho.

O nome do evento foi escolhido como uma homenagem ao pai de Betinho, o Sr. Roberto dos Santos Mendes, que faleceu aos 33 anos, mesma idade de Betinho hoje.

Se estivesse vivo, o Sr. Roberto estaria com 53 anos e foi o maior exemplo de Betinho, como pai, marido e um homem de valores muito nobres.

 

A MEC esteve presente no evento, apoiando o esporte local e esta linda homenagem de Betinho a seu pai.

Um evento que carrega os valores da família,  incentivo a prática de esportes e vida saudável!

O evento também recebeu os apoios de Riptide, Car Wash Guidini, Opção perfumaria, Supermercado Ondas, Perfume Contratipos, Ocian Imóveis, Lan House Net & Cia, Gringo Games e Jacó Motos.

         

Com as colocações de  1º, 2º e 3º lugar, os vencedores foram:                         

Amador:

1º Wagner e Rafael

2º Peu e Rato

3º Felippe e Pira   

 

Iniciante:

1º Hélder e Sandro

2º Mk e Bruno

3º kauan e Bruninho

Bertinho não pretende parar por aí, esta primeira edição do campeonato foi um sucesso e ele garante que terão novas edições!

Então, se você é amante dos esportes, gosta de futevôlei e de competir, fique de olho na fanpage do evento https://goo.gl/BJqlUz e fique por dentro das novidades sobre a próxima edição.


Esperamos por vocês!

5 DICAS DE OURO PARA COMPRAR SEU APARTAMENTO

Sair da casa dos pais, casar, família aumentando, diminuindo ou porque decidiu fazer um investimento. 
Seja qual for o motivo, na hora de escolher um apartamento estas dicas podem evitar que você veja seu sonho se transformando em pesadelo. 

São 5 dicas de ouro para te ajudar na hora de comprar seu novo apartamento.
 


1. INVESTIGUE O PASSADO DA CONSTRUTORA
Você deve pesquisar, analisar e buscar referências. Procure conhecer a história da construtora responsável pelo prédio onde está o apartamento que escolheu. Se ainda estiver na planta, vá conhecer empreendimentos que já tenham sido entregues, converse com os moradores dos empreendimentos mais antigos. 
Pergunte sobre o cumprimento dos prazos de entrega, qualidade dos imóveis e estrutura predial.
Também vale pesquisar na internet sobre a construtora, principalmente nas redes sociais e blogs onde muitos compradores deixaram registradas suas avaliações.

2. CERTIFIQUE-SE DE QUE O IMÓVEL ESTÁ REGISTRADO

Antes de qualquer coisa, peça para a construtora o número do Registro de Incorporação. Verifique no cartório de registros de imóveis do município se o imóvel realmente está registrado. O RI (Registro de Incorporação do Imóvel) descreve todas as características construtivas do condomínio e seu objetivo é informar como será o imóvel. Com detalhes da planta das áreas comuns, privativas, de lazer ou vagas de garagem e outras informações importantes, referente ao empreendimento.
O registro, entre outras coisas, determina que as construtoras sigam o projeto conforme proposto. E assegura a entrega do empreendimento, respeitando o método e os prazos determinados pela lei. 

Empresas que atrasarem entrega de imóveis poderão pagar multa

Está em discussão na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado o projeto de lei do Senado Federal (PLS) que prevê a compensação por atraso na entrega de imóveis. Segundo o texto, que altera o artigo 43 da Lei nº 4.591/64, caso a demora seja superior a 180 dias, a incorporadora deve pagar aos compradores multa equivalente a 2% sobre o valor pago e a 0,5% ao mês sobre o montante, enquanto o imóvel não for entregue.

De acordo com o autor do projeto, o senador Gim (PTB-DF), a medida vem em resposta aos frequentes atrasos na entrega de imóveis, que “não garantem a segurança do consumidor”. Ele lembra, ainda, que apesar de a maioria dos contratos prever tolerância de 180 dias, pagamento de multas ou até de aluguel de outro imóvel em substituição do que ainda não foi entregue, faltam regras quanto ao descumprimento dos prazos acordados.

Se aprovada, a lei se aplicará apenas aos contratos celebrados 90 dias após sua publicação oficial, período em que entrará em vigor. Os contratos que forem assinados anteriormente à validação da lei serão mantidos. O PLS 07/2013 pode ser acessado através do link.

Vale lembrar que, em setembro de 2011, o Sindicato da Habitação (Secovi-SP) e o Ministério Público Estadual de São Paulo (MP-SP) assinaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para orientação das incorporados nas cláusulas sobre prazos de tolerância para entrega de obras nos contratos de venda de imóveis na planta. Apesar disso, em junho do ano passado, o MP-SP não homologou o TAC.

Fundo de investimento nova-iorquino eleva participação na MRV Engenharia

A empresa nova-iorquina Oppenheimer Funds passou a deter, no dia 5 de fevereiro, 5,34% do total de ações ordinárias de emissão da MRV Engenharia e Participações, de acordo com comunicado da Companhia na última sexta-feira (15). Com isso, a participação acionária da empresa torna-se relevante no capital social total da MRV, com sede em Belo Horizonte.

Com a compra dos papéis, o fundo possui, de forma agregada, 25.756.700 títulos da construtora. Segundo a nota, o objetivo da participação da Oppenheimer Funds é “estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da Companhia”.

Venda de imóveis em São Paulo caiu 4,8% em 2012

Em 2012, foram vendidos 26.958 imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo, volume 4,8% inferior ao registrado em 2011, quando foram comercializadas 28.316 unidades. Os dados são do balanço anual do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), divulgados nesta terça-feira (19).

De acordo com o sindicato, o mercado imobiliário permaneceu aquecido em 2012 e manteve movimento próximo ao registrado em 2011. Os resultados indicam que o setor encontrou equilíbrio entre demanda, preços, oferta e capacidade de pagamento do comprador. “A busca do equilíbrio entre lançamentos e comercialização é o chamado freio de arrumação”, explica Claudio Bernardes, presidente da entidade.

O volume de lançamentos apresentou retração de 27% se comparado ao período anterior. Foram 27.835 unidades lançadas em 2012 frente às 38.149 em 2011. O valor movimentado em vendas, atualizado pelo Índice Nacional de Custos da Construção (INCC), foi de R$ 13,6 bi, contra R$ 14,2 bi no ano anterior.

O segmento de dois dormitórios se destacou no ano, com 13.371 unidades vendidas, o equivalente a um crescimento de 49,6% do total comercializado. O valor é 0,5% superior ao registrado em 2011, quando foram vendidas 13.298 imóveis de mesma tipologia. Com 7.263 unidades, os imóveis de três dormitórios tiveram participação de 26,9% no período.

Apesar dos resultados, as perspectivas para 2013 são de retomada do crescimento de forma gradual e sustentada. A expectativa é que sejam lançadas 31 mil unidades, representando alta de 10% em relação a 2012, e comercializadas 28 mil unidades, valor cerca de 5% maior. Isso se deve, segundo a entidade, às reduções nas taxas de juros, processo de desonerações e às revisões previstas no Plano Diretor e no Código de Obras e Edificações, que devem impulsionar o setor.

Confira o balanço completo aqui.

Indústria da construção segue otimista em Minas Gerais

Em janeiro, o Índice de Confiança do Empresário da Indústria da Construção em Minas Gerais (Iceicon-MG) atingiu 58,2 pontos, registrando alta de 3,6 pontos percentuais frente ao resultado obtido no mês anterior, quando o resultado ficou em 54,6 pontos. Os dados, calculados pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), foram divulgados na última quinta-feira (14).

Apesar do resultado, os empresários seguem insatisfeitos com a situação atual. O quesito ficou em 48,5 pontos, abaixo da linha dos 50 pontos, indicando evolução negativa. Já as expectativas para os próximos seis meses melhoraram, passando de 60,6 pontos em dezembro para 66,9 em janeiro.

O nível de atividade operou em 45,2 no primeiro mês do ano, entretanto, as expectativas do setor são positivas. Os empresários esperam crescimento no nível de atividade (55,8 pontos), da compra de matéria prima (55,2), do surgimento de novos empreendimentos (54,2) e das contratações (53,7).

Em relação à situação financeira das empresas, o índice aponta que os empresários estão satisfeitos com a margem de lucro (52,3 pontos) e com as condições financeiras da empresa (54,6), mas pessimistas quanto ao acesso ao crédito (48,5).

Participação da construção civil no PIB de 2012 aumentou 1,4%

O Produto Interno Bruto (PIB) do País cresceu 0,9% em relação ao ano anterior, atingindo R$ 4,402 trilhões. Mas no compito geral, o setor da construção civil caiu 0,5% no quarto trimestre de 2012, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com o mesmo período de 2011, o setor apresentou variação de -0,2%. Apesar disso, o acumulado do ano atingiu crescimento de 1,4% frente ao ano anterior, somando R$ 213 milhões.

O item atividades imobiliárias e aluguel, por sua vez, apresentou aumento de 1,3% no trimestre findo em dezembro último, mesmo taxa de crescimento do ano. O setor movimentou R$ 305,5 milhões em 2012.

Confira a publicação completa aqui.

Apartamentos novos em Curitiba aumentaram 13% em 2012

O preço dos imóveis novos em Curitiba aumentou 13,1% em 2012, em comparação ao ano anterior. O valor médio do metro quadrado na cidade ficou, segundo o levantamento feito pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR), em R$ 5.584. O índice considera apenas os apartamentos residenciais lançados, vendidos por construtoras e incorporados no período.

De acordo com o presidente da entidade, Gustavo Selig, apesar da contínua valorização dos imóveis na capital paranaense, o crescimento nos próximos anos deve ser mais modesto e se manter entre 10% e 15% ao ano.

Os imóveis de quatro dormitórios foram os que apresentaram maior valorização no período, registrando variação de 22%. Na tipologia, o preço do metro quadrado chegou a R$ 6.866. No bairro Cabral foi registrado o maior valor de venda do metro quadrado privativo, atingindo R$ 8.604. A região foi seguida pelo Ecoville (R$ 7.602) e Água Verde (R$ 7.081).

Os itens que contribuem para a composição do preço desses imóveis, conforme explica Selig, são o valor do terreno e custos elevados para a construção nos bairros nobres. “Considerando que esses empreendimentos estão em regiões nobres da cidade e têm alto padrão de acabamento, a variação se justifica”, afirma.

Já os imóveis de três dormitórios apresentaram alta de 15% em 2012, chegando ao preço médio de R$ 5.224. A pesquisa aponta que o Bigorrilho, também conhecido como Champagnat, obteve maior preço por metro quadrado (R$ 6.618), seguido do Centro (R$ 6.439) e Batel (R$ 6.028).

Os apartamentos de um e dois dormitórios, por sua vez, valorizaram 7% e 8%, chegando aos valores de R$ 5.421 e R$ 4.825 por metro quadrado, respectivamente. Os bairros Batel (R$ 7.935), Mercês (R$ 7.149) e Juvevê (R$ 7.135) foram os que registraram maiores taxas para os lançamentos de um dormitório. Em relação aos de dois quartos, os maiores valores foram registrados no Batel (R$ 7.601), São Francisco (R$ 6.606) e Juvevê (R$ 6.435).